4,2
(12)
Informações Básicas
Gigantofilum pelagicum
Assexual
Micro
Selvagem
Besta
Científico
Reativo
Onívoro Cósmico
Indefinido
Equipamentos
N/D
Poder Destrutivo
Risco: Nível 0
Síntese de Capacidade
Organismo extremófilo passivo com capacidade de mimetismo químico letárgico e resistência ambiental em zonas mortas.
Elemental
Percepção
Sustentabilidade
Mobilidade
Especial
Ecossistema e Genética
Nativa do planeta Magditus, esta besta unicelular macroscópica sobrevive de forma puramente passiva. Seu citoplasma possui blindagem natural contra radiação, acidez extrema e vácuo, o que possibilita a colonização de áreas onde nenhuma outra espécie prospera. O organismo muda de cor para camuflagem por meio de um processo químico reativo, desprovido de autoconsciência. Como mecanismo de segurança biológica, sua reprodução assexuada é explosiva, permitindo que a biomassa cubra quilômetros em questão de dias. Quando integrada a reagentes externos, a biomassa pode gerar subprodutos instáveis classificados como Slimes.
Vulnerabilidade Sistêmica
A imunidade externa da espécie é quase nula contra agentes orgânicos complexos. A estrutura celular é projetada para resistir ao ambiente físico, mas não suporta ataques bioquímicos. Enzimas líticas presentes em fluidos digestivos de seres complexos causam a dissolução instantânea de sua membrana celular, tornando a Gigantofilum totalmente vulnerável e indefesa perante a biologia celular predatória.
Notas de Campo
- Taxonomia Básica: Classificada como besta macroscópica em estado selvagem originária de Magditus.
- Comportamento e Dieta: Atua como omnívoro cósmico com reatividade química e sem consciência.
- Derivações Genéticas: A exposição a reagentes externos resulta na criação de anomalias catalogadas como Slime Verde (Slime viridis), Slime Amarelo (Slime flavum), Slime Azul (Slime caeruleum) e Slime Vermelho (Slime red).
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