Imagem do Planeta Magditus

Slime Verde

Slime viridis

Slime viridis

4,9

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(14)

Informações Básicas
Slime viridis
Desconhecido
Assexual
Radiotrófico
Territorialista
Resiliente
Mutante
Besta
Científico
Instintivo
Pequeno
Interação Ecológica

Consumidor Ambiental.

Poder Destrutivo

Risco: Nível 3

Síntese de Capacidade

Anomalia radiotrófica expansiva de gosma cáustica.

Ecossistema e Genética
O Slime viridis é um erro biotecnológico originário do planeta Magditus. A sua biologia surgiu quando a espécie Gigantofilum pelagicum absorveu e fundiu o próprio DNA com compostos químicos instáveis de agentes de limpeza radiológica. O resultado é um organismo territorial que sobrevive exclusivamente do consumo de radiação, operando como um radiotrófico imortal. O corpo da besta é estruturado por uma gosma pegajosa e nociva que atua como condutora para manipular a radiação local, permitindo que a criatura purifique o ambiente ou dissemine isótopos tóxicos para criar zonas mortas de proteção. Essa constituição química exala um veneno passivo que serve como subproduto letal de sua dieta nuclear, auxiliando na defesa do seu território ao lado dos jatos concentrados de ácido que a criatura consegue expelir. A flexibilidade orgânica do slime permite a alteração instantânea de sua própria massa celular. A fera pode encolher para evitar rastreamento ou realizar uma fortificação cinética abrupta de titanismo temporário para esmagar alvos. Em situações de caça ou cerco, o núcleo biológico executa uma mitose incompleta, separando a gosma e dividindo temporariamente os próprios olhos do hospedeiro para gerar clones remotos. A anatomia inteira do slime opera em função desses dois olhos rígidos proeminentes, que são as únicas estruturas biológicas originais preservadas da Bactéria Gigante durante o processo de mutação.
Vulnerabilidade Sistêmica
A maleabilidade estrutural do organismo o deixa suscetível a choques de temperatura extremos. O uso de armamento elemental de fogo ou de gelo anula a química estabilizadora do slime, quebrando imediatamente a coesão de sua gosma e dissipando a sua proteção física. Essa falha material expõe diretamente a fraqueza absoluta e irrecuperável da espécie. Os dois olhos rígidos que controlam todo o sistema biológico da criatura não possuem capacidade de regeneração mecânica. Se esses sensores vitais sofrerem fraturas estruturais profundas ou forem destruídos em combate físico direto, o colapso nervoso é instantâneo e a besta entra em óbito definitivo.
Notas de Campo
  • Dieta Radiotrófica: O organismo processa radiação ambiental para expandir massa e garantir imortalidade.
  • Mitose Ofensiva: O slime divide seus próprios núcleos oculares para criar clones orgânicos de controle remoto.
  • Expansão Cinética: Consegue amplificar o tamanho corporal para adquirir força e fortificação temporária.
  • Controle de Isótopos: A biologia química pode extrair ou injetar índices letais de radiação no ambiente.
  • Fraqueza Ocular: A quebra dos dois olhos rígidos paralisa o colapso celular e oblitera o organismo instantaneamente.
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