Descrição da Espécie
O Slime viridis é um erro biotecnológico originário do planeta Magditus. A sua biologia surgiu quando a espécie Gigantofilum pelagicum absorveu e fundiu o próprio DNA com compostos químicos instáveis de agentes de limpeza radiológica. O resultado é um organismo territorial que sobrevive exclusivamente do consumo de radiação, operando como um radiotrófico imortal. O corpo da besta é estruturado por uma gosma pegajosa e nociva que atua como condutora para manipular a radiação local, permitindo que a criatura purifique o ambiente ou dissemine isótopos tóxicos para criar zonas mortas de proteção. Essa constituição química exala um veneno passivo que serve como subproduto letal de sua dieta nuclear, auxiliando na defesa do seu território ao lado dos jatos concentrados de ácido que a criatura consegue expelir. A flexibilidade orgânica do slime permite a alteração instantânea de sua própria massa celular. A fera pode encolher para evitar rastreamento ou realizar uma fortificação cinética abrupta de titanismo temporário para esmagar alvos. Em situações de caça ou cerco, o núcleo biológico executa uma mitose incompleta, separando a gosma e dividindo temporariamente os próprios olhos do hospedeiro para gerar clones remotos. A anatomia inteira do slime opera em função desses dois olhos rígidos proeminentes, que são as únicas estruturas biológicas originais preservadas da Bactéria Gigante durante o processo de mutação.
Classificação Evolutivo-Ambiental
Origem:
Comportamento:
Territorialista
Adaptações Especiais:
Anomalia radiotrófica expansiva de gosma cáustica.
Classificação Biológica
Consciência:
Instintivo
Classificação Taxonômica:
Desconhecido
Características Físicas
Tamanho:
Pequeno
Características Físicas:
Resiliente
Cores Predominantes
Pele:
Olhos:
Cabelos:
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