4,3
(12)
Informações Básicas
Slime red
Desconhecido
Assexual
Termossintético
Evasivo
Sazonal
Mutante
Besta
Científico
Instintivo
Pequeno
Interação Ecológica
Risco Ambiental.
Poder Destrutivo
Risco: Nível 3
Síntese de Capacidade
Anomalia termossintética letárgica de armadilha estrutural.
Elemental
Percepção
Sustentabilidade
Mobilidade
Especial
Ecossistema e Genética
O Slime red é um organismo mutante originário do planeta Magditus nascido da fusão entre a bactéria Gigantofilum pelagicum e um composto denso de sulfeto de mercúrio. Sua anatomia possui uma coloração de magma opaco com brilho oleoso operando sob termossíntese estrita. A criatura não ingere matéria física pois se alimenta exclusivamente de calor ambiental ou corporal. O corpo da besta emite uma temperatura letal ininterrupta de 150 graus Celsius e exala vapores contínuos formando uma zona de gás de mercúrio altamente tóxico que causa dano neurológico fulminante a quem tentar se aproximar. Sem visão convencional o organismo utiliza a sua radiação biológica como um radar termográfico natural para detectar variações de calor ao seu redor. A letargia de sua massa densa inviabiliza perseguições forçando a criatura a agir como uma armadilha viva. A besta utiliza a sua única estrutura óssea uma boca rígida e dentada puramente para prender e imobilizar mercenários que tentam caçar o animal iludidos por lendas urbanas sobre poderes místicos da mandíbula. Uma vez presos a gosma fervente derrete e drena a energia da vítima até a morte. O metabolismo permite assimilar temporariamente o ambiente próximo para expandir o próprio tamanho e em casos de sobrecarga térmica extrema a besta entra em bipartição expelindo uma estrutura óssea embrionária para o clone recém nascido.
Vulnerabilidade Sistêmica
A densidade extrema do mercúrio biológico torna a fera a variação mais lenta e letárgica de Magditus limitando o seu instinto de defesa unicamente ao território imediato do alcance de seu gás tóxico. A sua falha absoluta reside na sua própria arma de contenção. A boca rígida atua como o núcleo nervoso principal da criatura. Embora eficiente para prender presas ela não possui camadas de defesa. Se a mandíbula for fraturada ou totalmente esmagada durante o ataque de caçadores o colapso celular é instantâneo e resulta na morte irreversível do organismo. Adicionalmente o processo reprodutivo é uma fraqueza temporal severa visto que o clone resultante da sobrecarga térmica requer um período letárgico de quase duas décadas para desenvolver uma mandíbula funcional.
Notas de Campo
- Nuvem Tóxica: Exala vapor de mercúrio contínuo para causar falha neurológica em invasores próximos.
- Radar Termográfico: O organismo utiliza radiação interna em vez de olhos para localizar fontes de calor.
- Armadilha Óssea: A boca atua exclusivamente para reter alvos enquanto o corpo drena a energia térmica.
- Crescimento Adaptativo: O corpo consome temporariamente matéria ao redor para aumentar o próprio volume.
- Replicação Lenta: A formação celular da mandíbula do clone exige quase vinte anos para ser concluída.
×
Voltar